It's all about ME-OW

Apr 17 2012
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fuckyeahtattoos:

My second tattoo. This is a Kitsune done on my right arm at Deuil Merveilleux (Brussels) by San Coloured Skins. GOOD JOB!
The fox and japanese culture fascinate me, you mix both of them and then comes the nine-tailed fox also called Kistune.

fuckyeahtattoos:

My second tattoo. This is a Kitsune done on my right arm at Deuil Merveilleux (Brussels) by San Coloured Skins. GOOD JOB!

The fox and japanese culture fascinate me, you mix both of them and then comes the nine-tailed fox also called Kistune.

(via fuckyeahfoxfriends)

981 notes

Apr 09 2012

(Source: hmfotografia)

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Mar 29 2012

(Source: hmfotografia)

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(Source: hmfotografia)

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Jul 06 2011
Naruto (our cat)

Naruto (our cat)

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O sexo e a Cidália por Cidália Dias


A alface

Eram oito da manhã e eu estava a chegar ao cabeleireiro, o que quer dizer que acordei pouco depois das sete, para poder estar a horas na marcação que tinha feito.Cheguei ao cabeleireiro uns quatro minutos depois da hora. A marcação tinha sido feita previamente e, na ausência da pessoa que às vezes me trata do cabelo, optara pela colega que lhe faz companhia.E pela fresca, lá fui eu para o sítio onde há sempre má música e as mulheres conspiram entre si logo cedo.Quando cheguei, ela estava a pintar-se ao espelho. Eram duas e falavam entre dentes. Mas só uma se pintava. Disse-me secamente: «Espere um bocadinho.» E eu, a cliente que chegara para ser atendida, perguntei: «Sento-me ali? (apontando para a recepção) Ou aqui?» (indicando as cadeiras onde pomos a cabeça de molho) Não obtive resposta. Continuaram a conversar enquanto a outra concluía as pinturas. Eu sentei-me à espera de ser atendida enquanto observava as mulheres. Era gente em conflito que falava por meias-palavras da colega que não faz isto, ou da «outra que nem as pratas sabe fazer».Quando acabou a maquilhagem, a mulher com ar de amazona já muito quebrada pela vida (mas em cima de uns 15 centímetros de salto) lá resolveu atender-me. A única vez que me dirigiu a palavra foi para dizer «vamos passar para esta cadeira». Durante o tempo que me secou o cabelo (nem chegou a perguntar-me como eu o queria), nunca os seus lábios se abriram. Ah! Já me ia esquecendo! Quando me pôs o amaciador no cabelo, deixou-me ficar para ir lá fora fumar um cigarro. Assim foi esta minha aventura matinal. Paguei e vim-me embora a concluir nunca mais voltar às mãos daquela mulher. Antes o meu cabelo com os jeitos peculiares do que sofrer o azedume de mais uma mulher.Venham de lá as questões que são também conclusões. Esta mulher tratou-me mal por vários motivos: Porque eram oito da manhã e ela tinha muitos cigarros para fumar. Porque eu escolho sempre a colega dela e só marquei com ela porque a outra estava de férias. É curioso, eu aproveitaria a oportunidade para mostrar que sou igualmente boa ou melhor do que a minha colega, em vez disso, uma espécie de vingança silenciosa. Há mais gente a agir assim. É apenas um exemplo.Aquela mulher vive insatisfeita no sítio onde trabalha, mas os clientes (também lá vão homens) são os primeiros a levar com este rancor que infelizmente é contagioso. Provavelmente são maltratadas pelo patrão e depois desenvolvem uma espécie de guerra de sobrevivência, em que a maldade e o maldizer se tornam as armas mais poderosas.As mulheres podem ser muito más. Muito mais do que os homens entre si.Lidam mal com o sucesso das outras e normalmente só se apoiam em alturas de compaixão, de miséria afectiva. Dão por elas a sentir uma espécie de pena misturada com prazer. Mas aproximam-se e nessas alturas tornam-se grandes amigas.O facto de terem de fazer muito mais para sobreviver faz de algumas mulheres muito manhosas. Eu, confesso, temo algumas. Normalmente, quando percebo essa maldade (como se viesse da serpente), mantenho distância. Há coisas que, não se podendo mudar, evitam-se. É como pensar que não voltarei a um sítio onde fui menos bem tratada. Estes episódios irão repetir-se muitas vezes ao longo da vida. Não há nada a fazer, às vezes vale a pena protestar, outras vezes está para lá disso. É uma questão de naturezas, e há naturezas que ninguém muda.Faltou dizer que saí do cabeleireiro com uma espécie de alface enfiada na cabeça e que vim a casa prender o cabelo com um elástico.Às vezes percebo os homens.Oh God, make me good, but not yet!

Apr 17 2011

O sexo e a Cidália

As separações doem muito. Até porque são cada vez mais. Sim, podia haver nesta repetição uma espécie de imunidade à dor, mas eu não acredito em quem se diz endurecido pelo sofrimento. Nós podemos encolher os ombros e dizer que seguimos em frente (e seguimos!), mas há mais uma ruga, um cabelo branco, uma maleita física que antes não se pronunciava.O amor faz-nos mal quando não acaba bem. Mas como saber até o vivermos?Acreditem que a crise não é só financeira. Há muito mais para além disso. A nossa capacidade de tolerar o outro deixou de ser elástica. Antes também não era, mas as pessoas arranjavam mecanismos de defesa a que hoje ninguém recorre: às vezes se calhar temos de reduzir as hipóteses e os cenários e, passando a ter menos, vivemos melhor. Lembro-me sempre de um conhecido meu que um dia me disse: «Tenho menos dinheiro que os meus amigos e mais filhos. Sei com o que não me posso tentar. Consigo viver melhor do que eles.» Não me esquecerei disto. E isto aplica-se a muitas coisas. Ao amor também. Se pensarmos que vamos ter «esta» mulher ou «este» homem até ao fim da vida vamos esforçar-nos para mantê-lo: desejando-o, surpreendendo-o. Às vezes nem é por ele/a. Mas por nós: para que isto continue a fazer sentido e a soar bem. Nós podemos tentar provocar a surpresa, não acham? Em vez de esperar que a pessoa com quem vivemos reaja desta ou daquela forma, podemos fazer diferente para ter uma reacção diferente. Provocar não é para os outros. Provocar não é usar lingerie púrpura. Provocar é um sinal de altruísmo.O problema é que estamos/andamos todos tão descartáveis/recicláveis, que qualquer dia inventam um contentor para corações. Pessoas que acabam um e outro e mais outro relacionamento, e ficam sempre prontas para outro. Quer dizer, na vida real já é assim. Mas, mesmo que com alguma leviandade no meio disto tudo, também há lugar para a tal dor.As pessoas não estão bem e separam-se. É irrelevante terem filhos, projectos a dois, família para suportar. Às tantas (e as mulheres desde que ganham dinheiro) percebemos que podemos mudar tudo e adaptarmo-nos aos novos cenários. E pronto, vai-se viver outra vida.A oferta do amor deixa-nos à deriva. Mas a mim o que me entristece é o egoísmo e a intolerância. Pareceria de outro tempo se falasse em falta de respeito?Às vezes penso que se me separasse (ninguém está a salvo, como gosto de lembrar), não voltaria a estar com mais ninguém. Não desejaria ter outro «pai» para a minha filha, não gostaria de ser a «mãe» que os filhos de outra mulher não desejaram. Mas seria eu suficientemente forte para não me deixar levar num impulso? Esse impulso é o que nos rege a vida: o impulso consumista, o impulso do date, da cama, do partir. Antes o impulso era o da paixão, que nos atirava para o grande amor. Agora ficamo-nos pelo impulso, e se houver algo mais depois já nos achamos abençoados. Digam lá se não apetece perguntar como é que chegámos aqui? Onde é que falhámos? Onde é que deixámos de acreditar? E, se é assim, porque dói ainda? Porque é que a dor não se vai num impulso?Estamos todos tão desacreditados no país como no amor. Já misturamos tudo. A crise, que foi dos gananciosos que queriam enriquecer mais e mais, mistura-se com a nossa crise pessoal de valores, sentimentos e falta de mimo. Sim, a classe média está a perder os mimos e a deixar de os dar. O que dávamos era o que recebíamos. E agora?Como vamos substituir os cartões de crédito e as pessoas que com isso comprámos?Ainda vamos ter de deitar tudo fora e começar com muito pouco de novo. Acredito que no amor vai ser igual. Eliminemos o excesso para ficar com pouco. O caminho faz-se sem deriva quando a direcção é certa.Oh God, make me good, but not yet!

Mar 08 2011

Monday is reason enough for cats in boxes.

lolcreatures:

Who says sleeping in a box is uncomfortable?

Baskets work too…

Love the right-angles this cat is workin’.

Two for one.

Doesn’t have to fit the whole cat.

Any box will do, really… :)

50 notes

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